“Quando não há nada mais a ser dito, silencia.
Quando não há mais nada a ser feito, permitas apenas ser, apenas estar e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires.
Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranquilidade, descansa e refaz tua energia.
Não há pressa, a prioridade é que tu encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar.
Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.
É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável.
Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha para qualquer opção errada que tenhas feito.
Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza.
Não te preocupes, se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.
Confia e vai em teu caminho de paz.
Nada é mais gratificante que ver alguém submergindo da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz.
Ela sempre esteve presente.
Era só abrir os olhos…”
(Mensagem atribuída à Francisco de Assis)
(Foto de Andrea Giovanna)
Quem sou eu
quinta-feira, 21 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
MANJERICÃO
"O perfume do manjericão é bom para o coração... afasta o sofrimento que vem da melancolia e deixa o homem feliz e alegre." ( John Gerard )
Ervas são usadas por várias pessoas na cozinha, para dar ou realçar o sabor de determinado prato.
E quem nunca tomou um chá de ervas para um mal estar físico ou para ajudar a relaxar?
Eu, gosto de usa-las para equilibrar a energia pessoal e do ambiente onde vivo, seja através do seu aroma, da infusão para chá ou banho, pois acredito, ajudam a transmutar a energia e limpar a aura.
Por esse motivo já dei de presente para algumas amigas, vasos de alecrim, hortelã, sálvia, manjericão, dependendo do momento de cada uma, sempre acompanhado de uma poesia.
As pessoas estão acostumadas a serem presenteadas com flores, mas ervas as surpreendem.
O manjericão é o meu preferido, ajuda a diminuir a tristeza e melancolia, quando estou me sentindo sobrecarregada, faço uma escalda-pés com aguá morna e algumas folhinhas, sempre me deixa mais leve, ajuda também a tirar a agressividade.
Por isso, para você que está passando por aqui hoje, deixo um ramo de manjericão, uma poesia e o desejo que saia daqui, mais leve e feliz.
(Sônia A.)Olhos que veem no fundo das coisas, ouvidos que escutam o coração das coisas, voz que expressa a essência das coisas.
Doçura é o resultado de uma longa jornada interior ao âmago da vida e a habilidade de lá descansar e assistir.
O que é realmente doce nunca pode ser vitima do tempo, porque doçura é a qualidade da pessoa, cuja vida, tocou a eternidade."
(Brahma Kumaris)
(imagem google)
quinta-feira, 30 de junho de 2016
PENSAMENTO DO DIA
Quem é cego?
Aquele que é incapaz de enxergar outro mundo.
Quem é mudo?
Aquele que é incapaz de dizer palavras amáveis no momento certo.
Quem é pobre?
Aquele que é atormentado por ambição desmedida.
Quem é rico?
Aquele cujo coração está em paz.
(Provérbio Indiano)
Aquele que é incapaz de enxergar outro mundo.
Quem é mudo?
Aquele que é incapaz de dizer palavras amáveis no momento certo.
Quem é pobre?
Aquele que é atormentado por ambição desmedida.
Quem é rico?
Aquele cujo coração está em paz.
(Provérbio Indiano)
(Imagem google)
domingo, 19 de junho de 2016
QUAL A MINHA IDADE?
No encontro desse mês, vimos um vídeo que nos possibilitou falar sobre a juventude interna.
Sobre a ideia que se tem, de que envelhecer significa abrir mão de atividades e coisas que são prazerosas.
Falamos o que a maturidade nos trouxe até aqui, da importância da aceitação e amor a si mesma diante do espelho.
Foi uma conversa regada a bom humor, que nos deixou ainda mais conscientes do que cada fase vivida, representa para nós atualmente.
E para terminar o post de hoje, nada melhor do que as palavras de Cora Coralina
Sobre a ideia que se tem, de que envelhecer significa abrir mão de atividades e coisas que são prazerosas.
Falamos o que a maturidade nos trouxe até aqui, da importância da aceitação e amor a si mesma diante do espelho.
Foi uma conversa regada a bom humor, que nos deixou ainda mais conscientes do que cada fase vivida, representa para nós atualmente.
E para terminar o post de hoje, nada melhor do que as palavras de Cora Coralina
Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem.
Ela lhe disse:
Ela lhe disse:
Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo pra você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.
É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.
Também não diga pra você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.
Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha, não. Você acha que eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.
Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.
Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.
sábado, 4 de junho de 2016
INCOMPLETA
Como uma borboleta ela anseia pelo voo.
Mas tem uma das asas presa ao seu casulo, guarida segura dos seus instantes de metamorfose.
Sair, significa experimentar novos ares, conquistar novos espaços, reconstruir novas oportunidades.
E pra isso é preciso coragem, coisa que ela não sabe mais se possui.
Enquanto isso, fica na soleira sentindo o frescor da brisa, o perfume das flores trazidas pelo vento, o calor morno do sol da manhã.
Mas sua alma, fonte da vida, deseja mesmo é um banho de mar, inebriar-se do perfume de um campo de lavandas, inundar-se de luz e voltar a amar.
É, mas amar implica em acordar emoções e sentimentos adormecidos.
E ela sabe que às vezes, quando ninguém a vê, suas feridas ainda sangram.
Por isso ela se retrai, continua arriscando voos curtos e acha que é feliz assim.
Incompleta de si mesma.
( Sônia A.)
( imagem google )
Mas tem uma das asas presa ao seu casulo, guarida segura dos seus instantes de metamorfose.
Sair, significa experimentar novos ares, conquistar novos espaços, reconstruir novas oportunidades.
E pra isso é preciso coragem, coisa que ela não sabe mais se possui.
Enquanto isso, fica na soleira sentindo o frescor da brisa, o perfume das flores trazidas pelo vento, o calor morno do sol da manhã.
Mas sua alma, fonte da vida, deseja mesmo é um banho de mar, inebriar-se do perfume de um campo de lavandas, inundar-se de luz e voltar a amar.
É, mas amar implica em acordar emoções e sentimentos adormecidos.
E ela sabe que às vezes, quando ninguém a vê, suas feridas ainda sangram.
Por isso ela se retrai, continua arriscando voos curtos e acha que é feliz assim.
Incompleta de si mesma.
( Sônia A.)
( imagem google )
sábado, 21 de maio de 2016
QUEM SOU EU?
Nosso terceiro encontro começou de forma descontraída. Usamos uma dinâmica que consiste em uma
por vez, abrir uma caixinha e dizer algo de positivo e negativo em relação a imagem que encontravam lá dentro, sem contudo dar pista de quem era.
Ao abrir a caixa imaginando quem seria, encontram um pequeno espelho e sua própria imagem refletida nele.
Foi interessante ver o ar de surpresa no rosto de algumas delas.
Através das nossas conversas pudemos perceber que falar de si mesmo nem sempre é tarefa fácil, que a auto análise deve ser um processo continuo, já que somos seres em constante transformação.
Embora tenha sido um encontro leve, não deixou de nos proporcionar uma rica troca de experiencias.
Abaixo, compartilhamos o poema que nos ajudou perceber, que sempre podemos nos olhar com mais amorosidade e compreensão.
ESPELHO
Espelho, espelho meu:
diga a verdade,
quem sou eu?
Se às vezes me estilhaço,
se às vezes viro mil,
se quero mudar o mundo,
se quero mudar o rosto,
Se tenho sempre na boca
um gosto de água e de céu,
se às vezes sou tão só
quando me viro do avesso,
Se às vezes anoiteço
em plena luz do sol
Ou então amanheço
Com vontade de voar,
espelho, espelho meu:
diga a verdade,
quem sou eu?
(Roseana Murray)
( Fonte da imagem: Google)
por vez, abrir uma caixinha e dizer algo de positivo e negativo em relação a imagem que encontravam lá dentro, sem contudo dar pista de quem era.
Ao abrir a caixa imaginando quem seria, encontram um pequeno espelho e sua própria imagem refletida nele.
Foi interessante ver o ar de surpresa no rosto de algumas delas.
Através das nossas conversas pudemos perceber que falar de si mesmo nem sempre é tarefa fácil, que a auto análise deve ser um processo continuo, já que somos seres em constante transformação.
Embora tenha sido um encontro leve, não deixou de nos proporcionar uma rica troca de experiencias.
Abaixo, compartilhamos o poema que nos ajudou perceber, que sempre podemos nos olhar com mais amorosidade e compreensão.
ESPELHO
Espelho, espelho meu:
diga a verdade,
quem sou eu?
Se às vezes me estilhaço,
se às vezes viro mil,
se quero mudar o mundo,
se quero mudar o rosto,
Se tenho sempre na boca
um gosto de água e de céu,
se às vezes sou tão só
quando me viro do avesso,
Se às vezes anoiteço
em plena luz do sol
Ou então amanheço
Com vontade de voar,
espelho, espelho meu:
diga a verdade,
quem sou eu?
(Roseana Murray)
( Fonte da imagem: Google)
terça-feira, 10 de maio de 2016
“Não é a casa que nos abriga. Nós é que abrigamos a casa, pois é a ternura que sustenta o teto.”
(Mia Couto )
(Mia Couto )
Uma casa pode ser bonita, organizada, funcional, mas se não houver alegria, amor, vida, é apenas uma casa. Um lar é feito de pequenos cuidados e muitas histórias. Histórias que construímos diariamente na convivência com os nossos.
Devemos nos lembrar que estamos rodeados de energia, o padrão vibratório do lar tem relação direta com o que pensamos, sentimos e falamos.
Cultivar a paciência para lidar com as diferenças, compreender e aceitar que nem sempre o outro está bem e feliz, que às vezes ele prefere o silêncio para colocar as ideias em ordem.
Adicionar amor em tudo que fazemos, praticar a generosidade, o perdão, o agradecimento, a oração, são pitadas de energia salutar que ajudam a harmonizar o lar.
Nossa casa deve ser um lugar que nos dá prazer em estar, onde nos sentimos acolhido. Eu vivi parte da minha infância numa casa feita de tábuas, chão de terra, mas o que faltava em conforto, sobrava em amor. Dessa fase, guardo lembranças de um tempo muito feliz.
Cultivemos pois a ternura em nós e deixemos que ela perfume cada cantinho do nosso lar.

Como não tenho fotos da casa a qual me referi, deixo essa, onde minha mãe morou na juventude. Lugar que visitei uma única vez, quando ela já não estava mais presente na minha vida. Olhar essa imagem hoje me faz pensar, se seu teto abriga a mesma ternura que conheci no seu olhar.
( Sônia A. )
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