Quem sou eu

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O grupo Mulheres 4 Estações,nasceu do encontro de ideias de 3 mulheres, ao perceberem em si o quanto é prazeroso e enriquecedor a troca de vivencias, já que tantas vezes nos reconhecemos no pensamento e sentimento alheio. Então veio o desejo de compartilhar essa experiencia com outras mulheres..... e assim como a natureza se reveste das estações para se revelar aos nossos olhos,nós nos revestimos do falar e ouvir, para nos revelar a nós mesmas.........

segunda-feira, 27 de abril de 2015

"Pare"

"A vida necessita de pausas."
(Carlos Drummond de Andrade)
É imperioso tirar pequenas pausas na agitação constante em que vivemos. 
Pausas que venham acrescentar leveza ao nosso mundo íntimo e nos permita alimentar a alma de doçuras,que nos livra da insensatez e desequilíbrio,do olhar indiferente as dores alheia.
Pausas que tragam percepção e sensibilidade, para não ver apenas o mal escancarado,como a violência,mas principalmente,o mal tênue e sutil que aprisiona nossa alma e escraviza nosso corpo.
Pequenas pausas diárias para nos reabastecer de:
Ternura,compaixão,simplicidade,afetos,fé,sorrisos...Vida.
(Por Alex e Sônia- mulheres 4 estações) 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

"As pessoas que espalham amor, não tem tempo nem disposição para jogar 
pedras." (Irmã Dulce) 

domingo, 12 de abril de 2015

2º ENCONTRO 2015

MÁSCARAS
Máscaras, quem não tem as suas? 
Quando as usamos e porque? 
Essas foram algumas das perguntas que nos fizemos nesse encontro,onde iniciamos com o resumo do texto" O Espelho" de Machado de Assis. 
Esse texto nos trouxe questionamentos pertinentes para nos fazer reconhecer que elas são usadas em várias circunstâncias e momentos,onde nos apresentamos ao meio que nos relacionamos. 
E a importância de aprender a conviver com elas sem deixar que pese ou sufoque nossa essência. 
Depois usamos o texto abaixo,para falar dos momentos e sensação que sentimos quando estamos totalmente livres de usa-las. 
O Louco (Khalil Gilbran)
Perguntas-me como me tornei louco. Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente, gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.
E, quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua.
Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei: “Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!”
Assim me tornei louco.
E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós.

quinta-feira, 9 de abril de 2015


RIQUEZAS DA ALMA

Quem não as tem ?
Depois de um período de isolamento forçado ou não, somos surpreendidos por sentimentos antes desconhecidos. Não havíamos notado suas presenças por estarmos demais ocupados com o mundo exterior. Horário para isso, horário para aquilo, tarefas inadiáveis, compromissos assumidos e agora tão sem importância, mas que continuamos a honrar nem bem sabemos por que.
Quando deparamos com a oportunidade de isolarmos do mundo exterior e sermos obrigados a desfrutar de nossa real companhia, a cada momento descobrimos um eu diferente. Nos surpreendemos com medos bobos, vícios arraigados, inseguranças infantis, necessidade extrema de companhia, sentimos falta das crianças em casa, da mãe reclamando, do som das campainhas, do volume da TV, dos chinelos jogados pela casa... Tudo que ficou lá longe na memória, no passado cada vez mais distante.
É chegada a hora de emergir um ser diferente para conviver nesse redemoinho de memórias. Um ser capaz de apreciar sua própria companhia, de curtir a casa vazia, a ausência de sons, de enfrentar os medos bobos de dormir sozinha no escuro, de abrir a porta da rua.
A cada dia nos deparamos com um obstáculo a ser superado, é a vivência nos forçando a crescer, a evoluir, a nos desligar do que não nos faz bem, não nos faz feliz.
Nesse caminhar vamos descobrindo que ainda somos capazes de enfrentar desafios, de sonhar com doçura, de esperar com alegria. E assim brincando de gente grande vamos formatando um novo ser, mais amadurecido, mais paciente, mais cauteloso, mais compromissado com as reais necessidades para ser feliz. Descobrimos que o tão sonhado começo e fim do arco íris está dentro de nossos corações feito um pote de ouro que poderá enriquecer nossas almas para sempre.


Sonia Buzanello.


segunda-feira, 6 de abril de 2015

COLORIR

"Todo artista molha seus pincéis em sua alma e pinta sua própria natureza."
(Henry Ward Beecher) 

Somos artista da própria vida.
Que cor estamos usando para expressar sentimentos,pensamentos e talentos? 
Será que estamos utilizando nossa própria paleta de tintas? 


Imagem Google